quarta-feira, 16 de abril de 2014

Não pudemos nem falar

Não pudemos nem falar

Hoje não pudemos, ao menos nos falar,
Então, agora vou dormir,
Porque ali, enquanto durmo,
Sei que sonhando contigo, então, te falarei.
Falarei de meu amor.
E teus lábios vou beijar
E de teu mel me saciar.
Quero cheirar os teus cabelos
E a teu ouvido sussurrar,
Juras de amor e outras palavras,
Mas prá você todinho me entregar.
Quero sentir o teu perfume,
Só prá mim eu quero tê-lo.
Quero teus olhos olhando os meus
E ver minha vida através deles.
Quero ser somente teu,
 Meu corpo podes tomar,
Pois meu coração levastes primeiro. (JL. Guerrero)

terça-feira, 8 de abril de 2014

QUERO, NÃO QUERO.

QUERO, NÃO QUERO.
Se verso teu nome fico triste.
Olho tua face me vem a lágrima
Te vejo nua e quero...
Te quero minha,
Te quero linda,
Te quero na noite clara
Te quero no dia escuro.
Quero de volta minha vida
Que em ti ficou.
Te quero junto a mim
Te quero sempre formosa
E quero o que quiseres.
Mas, uma coisa sim não quero;
Chorar, eu não quero.
Tu me queres?
Então,
Não choro mais.  (JL.Guerrero)














terça-feira, 1 de abril de 2014

RAIVA DE UM DIA

RAIVA DE UM DIA  

Nas tristezas de um dia
Que passou sem que eu sentisse,
A raiva me adentrou,
Me possuiu pelas entranhas
Sem que eu soubesse como arrancá-la
Do meu ser, tão sem sentido.
Excomungado com o passado,
Da felicidade que sentia,
Hoje jogo minhas mágoas mais além,
Nesse dia-a-dia que vivemos,
Sem saber qual o sentido
De uma vida sem sentimento.
Se você já se lavou
No vento puro do mar,
Ou nos sorrisos de um menino...
Por favor, mostre-me como fazê-lo,
Pois ainda não me criei manhã,
Muito menos ofusquei meus olhos
No brilho do Sol
E em meu caminho só vejo sofrimento

Imposta pela maldade desta geração. 
(JL. Guerreroeste poema é da década de 80)